sábado, 19 de julio de 2008

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Organizaciones brasileñas reclaman retiro de tropas de Haití Imprimir E-Mail
Enviado por Jubileo Sur Américas   
martes, 17 de abril de 2007

{titleflag:ht}Desde la Red Jubileo Sur-Brasil nos llega este Manifiesto por el retiro de las tropas de la Minustah en Haití y la anulación incondicional de la deuda reclamada a ese país. Invitamos a difundirlo ampliamente, y a considerar la posibilidad de replicar en su propio país.

¡ MANIFIESTO POR LA INMEDIATA DESOCUPACIÓN DE HAITÍ !

Los movimientos sociales, redes, campañas y numerosas entidades nacionales y estadualesregionales abajo firmantes manifiestan su repudio a la ocupación militar que oprime al pueblo haitiano desde junio de 2004.

Esa misión militar, como todos saben, es patrocinada por las Naciones Unidas con el argumento de estabilizar a Haití; es comandada por Brasil y cuenta con tropas de otros países hermanos, como Argentina, Uruguay y Chile, con gobiernos éstos que se dicen progresistas o de izquierda.

Otra misión - internacional de solidaridad con el pueblo haitiano - formado por intelectuales como Adolfo Pérez Esquivel, por una Madre de Plaza de Mayo y representantes de otros 20 movimientos y redes sociales de América Latina, África, el Caribe y Norteamérica, produjo un Informe que ha sido entregado a las autoridades brasileñas, dando cuenta de las atrocidades que las tropas de ocupación vienen cometiendo contra las poblaciones de las zonas periféricas de la capital Puerto Príncipe y otras ciudades de aquél país.

Además de eso, el Informe contiene importante cantidad de harta documentación y estadísticas sobre la opresión económica y financiera la cual, sumada a la ocupación militar y la feroz represión a los movimientos sociales, ha transformado a Haití en un verdadero infierno para su pueblo.

Entre el 1 y el 10 de marzo recién pasado, la Red Jubileo Sur Brasil y varios movimientos sociales organizaron en 11 ciudades brasileñas (Porto Alegre, Florianópolis, Curitiba, São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Salvador, João Pessoa, Natal, Recife e Fortaleza) actividades de testimonio y debate en diversos espacios -universidades, escuelas, asentamientos - y entidades, difundiendo el relato de dos militantes de los movimientos sociales de aquel país - los compañeros Didier Dominique y Rachel Beauvoir Dominique - quienes recorrieron estas ciudades para estrechar lazos entre nuestros pueblos y construir una red de solidaridad efectiva con el pueblo haitiano y por el fin de la ocupación militar.

En audiencias con el gobierno brasileño (Secretaría Especial de Derechos Humanos, Secretaría Especial de Políticas para las Mujeres y Secretaría Especial de Política de Promoción de la Igualdad Racial) se comprometieron a dialogar con la Presidencia de la República sobre la situación de violación de los derechos humanos de las mujeres y de los hombres, y de desarrollar programas con Haití. El pueblo haitiano quiere que Brasil esté presente en Haití, sin duda, pero por medio de intercambios culturales y programas para el desarrollo, como ya vienen haciendo Cuba y Venezuela, con el envio de médicos y agrónomos.

Y nosotros, las y los brasileños, no queremos nuestras tropas sembrando terrero terror y muerte en Haití, como hacen los ejércitos de ocupación en Iraq, en Afganistán y en Palestina. Queremos el retiro inmediata inmediato de las tropas de ocupación, la anulación incondicional de la deuda externa y la autodeterminación del pueblo haitiano.

Estamos seguros que otra forma de intervención es posible; una intervención solidaria, que integre nuestros pueblos y que ayude al pueblo haitiano a recuperar su soberanía. El gobierno de Lula precisa tener el coraje para ordenar el retiro del contingente militar brasileño y realizar gestiones con los otros gobiernos vecinos para que hagan lo mismo. Nuestra política externa ha avanzada avanzado lo suficiente como para abrirse que se lleve adelante esa posibilidad.

Que no seamos nosotros y nosotras, brasileños, argentinos, uruguayos, chilenos, quienes enviamos a nuestros hijos para hacerlea realizar el trabajo sucio de policía para el imperialismo estadounidense.

BASTA DE OCUPACIÓN! BASTA DE MASACRES!
POR EL REGRESO INMEDIATO DE LAS TROPAS BRASILEÑAS!
POR LA SOBERANÍA Y LA DIGNIDAD DEL PUEBLO HAITIANO!


(Ver listado de entidades y estados presentes en la Reunión Plenaria de la Asamblea Popular Nacional a continuación del texto en portugués):

MANIFESTO PELA IMEDIATA DESOCUPAÇÃO DO HAITI!

Os Movimentos Sociais, Redes, Campanhas, e enumeras entidades nacionais e estaduais vem manifestar o seu repúdio à ocupação militar que oprime o povo haitiano desde junho de 2004.

Essa missão militar, como todos sabem, é patrocinada pela ONU sob o argumento de estabilizar o Haiti, é comandada pelo Brasil e conta com tropas de outros países irmãos, como Argentina, Uruguai e Chile, governos ditos progressistas ou de esquerda.

Uma outra missão - internacional de solidariedade ao povo haitiano - formada por intelectuais como Adolfo Pérez Esquivel, por Mães da Praça Maio e outros 20 representantes de movimentos sociais de América Latina, África, Caribe e América do Norte, produziu um relatório que está sendo entregue às autoridades brasileiras, dando conta das atrocidades que as tropas de ocupação vêm cometendo contra as populações da periferia da capital Porto Príncipe e outras cidades daquele país.

Além disso, o relatório traz farta documentação e estatísticas sobre a opressão econômica e financeira a qual, somada à ocupação militar e feroz repressão aos movimentos sociais, tem transformado o Haiti num verdadeiro inferno para seu povo.

Nos dias 1º a 10 de março próximo passado, a Rede Jubileu Sul Brasil e vários movimentos sociais organizaram em 11 cidades brasileiras (Porto Alegre, Florianópolis, Curitiba, São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Salvador, João Pessoa, Natal, Recife e Fortaleza) atividades em diversos espaços, universidades, escolas, assentamentos, e entidades depoimentos e debates trazendo o relato de dois ativistas dos movimentos sociais daquele país – o companheiro Didier Dominique e Rachel Beauvoir Dominique - que percorrendo estas cidades para estreitar laços entre nossos povos e construir uma rede de solidariedade efetiva com o povo haitiano e pelo fim da ocupação militar.

Em audiências com o governo brasileiro (Secretaria Especial de Direitos Humanos, Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres e Secretaria Especial de Política de Promoção da Igualdade Racial) se comprometeram de dialogar com a Presidência da Republica sobre a situação de violação dos direitos humanos de mulheres e homens e de desenvolver programas com o Haiti. O povo haitiano quer o Brasil presente no Haiti, sim, mas na forma de intercâmbios culturais e de desenvolvimento, como já vem fazendo Cuba e Venezuela, com o envio de médicos e agrônomos.

E nós brasileiros, não queremos no Haiti nossas tropas semeando o terror e a morte, como fazem os exércitos de ocupação no Iraque, no Afeganistão e na Palestina. Queremos a retirada imediata das tropas de ocupação, o cancelamento sem condicionalidades da dívida externa e a autodeterminação do povo haitiano.

Temos certeza que é possível outra forma de intervenção, solidária, que integre nossos povos e que ajude o povo haitiano a recuperar sua soberania. O governo Lula precisa ter a coragem de ordenar a retirada do contingente militar brasileiro e fazer movimentos no sentido de que outros governos vizinhos o façam. Nossa política externa tem avançado o bastante para que abra-se essa possibilidade.

Que não sejamos nós, brasileiros, argentinos, uruguaios, chilenos, a enviar nossos filhos para fazer o papel sujo de polícia do imperialismo estadunidense.

BASTA DE OCUPAÇÃO! BASTA DE MASSACRE!
PELO IMEDIATO RETORNO DAS TROPAS BRASILEIRAS!
PELA SOBERANIA E DIGNIDADE DO POVO HAITIANO!

Entidades e estados presentes na Reunião Plenária da Assembléia Popular Nacional:

1. Centro Gaspar Garcia de Direitos Humanos

2. Rede de Educação Cidadã

3. Marcha Mundial de Mulheres

4. Central Única dos Trabalhadores

5. Grito dos Excluídos Brasileiro

6. Grito dos Excluídos Continental

7. Serviço Pastoral dos Migrantes

8. Federação dos Trabalhadores em Educadores do Rio de Janeiro

9. Pastoral Operária

10. Pastoral Carcerária

11. Articulação da Bacia do São Francisco

12. Coordenação dos Movimentos Sociais

13. Comitê Mineiro

14. Centro Burnier de Formação – Mato Grosso

15. Comissão Pastoral da Terra

16. ADITAL

17. CONLUTAS

18. Articulação da Assembléia Popular do Piauí

19. Articulação da Assembléia Popular do Rio Grande do Norte

20. Fórum das Pastorais Sociais

21. Cáritas Brasileira – Amazonas

22. Cáritas Brasileira – Bahia

23. Pastoral Afro

24. Pastoral da Juventude do Brasil

25. Associação dos professores particulares do Paraná

26. Jornal Brasil de Fato

27. Movimento dos Trabalhadores Desempregados

28. ANTEAG/FBES

29. Fórum Brasileiro de Economia Solidária

30. Pastoral da Mulher Marginalizada

31. Sindicato dos Químicos Unificados

32. Movimento dos Trabalhadores Sem Terra

33. Instituto Zequinha Barreto

34. Rede Brasil sobre Instituições Financeiras Multilaterais

35. Articulação da Assembléia Popular de São Paulo

36. Consulta Popular

37. PACS

38. Movimento de Atingidos por Barragens

39. Articulação da Assembléia Popular do Paraná

40. Cáritas Nordeste III

41. INTERVOZES

42. CONIC

43. União Nacional dos Estudantes

44. Central dos Movimentos Populares

45. Contraponto

46. Conselho Indigenista Minissionário

47. Federação dos Estudantes de Agronomia do Brasil

48. Batay Ouvirye – Haiti

49. Sintaema

50. Partidos Comunista Brasileiro

51. CSC

52. Associação Brasileira de ONG

53. JUBILEU SUL BRASIL

54. Santa Catarina

55. Paraná

56. São Paulo

57. Minas Gerais

58. Mato Grosso

59. Mato Grosso do Sul

60. Goiás

61. Distrito Federal

62. Bahia

63. Rio Grande do Norte

64. Paraíba

65. Pernambuco

66. Alagoas

67. Piauí

68. Amazonas

69. Pará

70. Ceará

71. Rio Grande do Sul

72. Rio de Janeiro

Demais entidades que subscrevem:

73. IBRADES

74. Centro de Educação Popular do Instituto Sedes Sapientiae – CEPIS/São Paulo

75. Centro de Educação e Assessoria Popular - CEAP – Rondônia

76. Fórum da Amazônia Ocidental – FAOC

77. Fórum da Amazônia Oriental – FAOR

78. Associação de Favelas de São José dos Campos – São Paulo

79. ARIDAS NORDESTE

80. Sindicato dos Professores de Nova Friburgo e Região

81. Conselho Nacional do Laicato do Brasil - CNLB Regional Sul 1

82. Conselho de Leigos da Arquidiocese de São Paulo – CLASP

83. Conselho de Leigos da Região Episcopal Ipiranga – CLERI

84. Instituto São Paulo de Cidadania e Política

85. Articulação de Mulheres Brasileiras

86. Centro Nordestino de Medicina Popular

87. Sindicato dos Trabalhadores da Indústria Energia Elétrica do Estado de Santa Catarina

88. Central Única dos Trabalhadores de Santa Catarina

89. Cáritas de Tubarão/Santa Catarina

90. Rede Social de Justiça e Direitos Humanos

91. CEPASP - Centro de Educação, Pesquisa e Assessoria Sindical e Popular

92. ISER ASSESSORIA - Rio de Janeiro

93. Associação Político-Cultural BRASIL/CUBA - Casa Gregório Bezerra

94. Articulação Nacional de Movimentos e Práticas de Educação Popular e Saúde do Rio de Janeiro

95. Movimento Nacional de Luta Pela Moradia- Acre

96. CEIA - Pequena Thaysla Jairine – Acre

97. Grupo Mao Criativa – Acre

 
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Clara Busca a Victoria

Enviado por Clara Petrakos

Mi hermana nació entre el 8 y el 13 de abril de 1977 en Banfield, provincia de Buenos Aires.

Fue arrebatada de los brazos de nuestra madre.

Puede tener cualquier nombre, apellido y fecha de nacimiento.

Todos los organismos que corresponde: nacionales, internacionales y la justicia conocen esta búsqueda que ya lleva 31 años. Mi hermana no, por favor reenvía este pedido por mail a todos tus contactos.

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Clara busca a Victoria ...

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Laura Busca a Mariana

Por favor reenviá este e-mail para que Laura pueda encontrarse con su hermana. Ayudanos a buscar a Mariana!

Querida Hermana:

Soy Laura, hija de Nora Susana La Spina y Jorge Nestor Cena. Nuestros padres fueron secuestrados por la dictadura militar entre el 15 y 20 de Noviembre de 1976 en La Plata, en calle 34 entre 13 y 14. Mamá estaba embarazada de vos y esa misma noche naciste en una comisaría. Tres días pasaste con ella, mamá te puso el nombre de Mariana, que es tu verdadero nombre. Luego te llevaron y nunca más supimos nada de tu paradero. Nuestros padres están desaparecidos. Yo te busco desde hace años, sos mi única hermana y mi deseo es que estemos juntas. Quiero que sepas que tenés una familia que te espera y te ama, y a pesar de que nunca te vimos sabemos que estás viva. Ojalá que si alguien sabe algo de vos nos ayude a encontrarte.

 

 

 

 Laura Busca a Mariana

Si hay algún dato, por mínimo que sea, por favor escribir a

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Muchas gracias.

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