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BRASIL / CAMPANHA NACIONAL: Cidadania é ter direito a própria história Imprimir E-Mail
Enviado por Movimento de Justiça e Direitos Humanos   
viernes, 30 de marzo de 2007
{titleflag:br}MOVIMENTO DE JUSTIÇA E DIREITOS HUMANOS INFORMA:

CAMPANHA NACIONAL
Cidadania é ter direito a própria história.

Sob o lema "cidadania é ter direito a própria história", ajude-nos a reconstruir a tua historia, a minha, a de todos nós brasileiros, o Movimento de Justiça e Direitos Humanos inicia uma campanha nacional para reunir o maior número possível de documentos e informações relativos ao período da ditadura militar, os famosos "Anos de Chumbo" (de 31 de março de 1964, data do golpe militar, até 05 de outubro de 1988, a promulgação da Constituição). Para isto, apela por informações diretamente ao próprio o povo, já que as autoridades não honram os compromissos que acenaram aos eleitores para chegar ao poder.

Transcorridos 43 anos do golpe militar, continua proibido aos cidadãos o acesso aos documentos existentes sobre os acontecimentos daquele período trágico. Nem mesmo às famílias é informado que destino levaram muitos dos desaparecidos políticos.

O Brasil continua sem conhecer o que consta nos famosos arquivos da repressão. Os atuais responsáveis e depositários destes documentos, cujo teor só eles conhecem muito bem, calam e ocultam, numa atitude de absoluta cumplicidade.

Os sucessivos governos, de direita e de esquerda, comportam-se de forma igual. Não admitem trazer para a luz as informações que faltam para resgatar a nossa história recente, sem o que o processo democrático não pode ser considerado consolidado.

Afinal, que democracia é esta que nega à cidadania a sua própria história?

O atual governo, traindo todas as expectativas de seus eleitores, promulgou a Lei nº 11.111/05, aprovada a seu mando, num parlamento subjugado pela cooptação, dispondo que continuarão sob sigilo eterno documentos que resultem em ameaça "à soberania, à integridade territorial ou às relações exteriores", no que se incluem todos os relacionados à Guerrilha do Araguaia.

A partir de tal Lei, os documentos referentes ao período militar, para serem divulgados, necessitam passar pelo crivo da Comissão de Averiguações e Análise de Informações Sigilosas formada por representantes de seis ministérios e pela Advocacia Geral da União, sem nenhum representante da sociedade civil.

Esta Comissão, indicada exclusivamente pelos detentores do poder, é que determina o que o povo brasileiro pode ou não pode saber. Só papéis que pouco ou nada signifiquem para o resgate da história desse período é que serão divulgados.

Infelizmente, o atual governo, em nome da sua governabilidade, negocia o direito da sociedade brasileira à conhecer verdade, aceitando a tutela dos militares num insulto à memória daqueles que lutaram, generosamente, para a democratização do país que permitiu a Lula e seus companheiros controlarem os cargos do poder, sem compromisso com suas antigas bandeiras, promessas e com a própria história.

Assim, apelamos a toda sociedade civil, a todas as organizações sociais, sindicais e congêneres, aquelas pessoas que, ao tempo em que prestaram o Serviço Militar Obrigatório, viram ou escutaram algum comentário referente aos desaparecidos políticos, aos militares de carreira que não partilhavam da ideologia então imperante, aos policiais que de alguma maneira saibam de fatos relativos a operações repressivas, aos ex-presos em função da ideologia, que conheçam algum dado que ajude a reconstruir a história deste período negro da vida brasileira, que entrem em contato com o MJDH.

Enquanto os brasileiros não tiverem o direito de conhecer a história dos Anos de Chumbo, continuaremos na luta:

"Pela imediata abertura, ampla, geral e irrestrita de todos
os arquivos da ditadura militar ainda considerados secretos."

Sérgio Bittencourt – Presidente
Jair Krischke - Secretário Geral
Movimento de Justiça e Direitos Humanos

Contatos para Informações:

Movimento de Justiça e Direitos Humanos
Rua Gen. Andrade Neves, 159 – Conj. 53
Centro
Porto Alegre/RS
CEP 90.010-210
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Telefone: 51 3221.9130

 
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Clara Busca a Victoria

Enviado por Clara Petrakos

Mi hermana nació entre el 8 y el 13 de abril de 1977 en Banfield, provincia de Buenos Aires.

Fue arrebatada de los brazos de nuestra madre.

Puede tener cualquier nombre, apellido y fecha de nacimiento.

Todos los organismos que corresponde: nacionales, internacionales y la justicia conocen esta búsqueda que ya lleva 31 años. Mi hermana no, por favor reenvía este pedido por mail a todos tus contactos.

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Clara busca a Victoria ...

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Laura Busca a Mariana

Por favor reenviá este e-mail para que Laura pueda encontrarse con su hermana. Ayudanos a buscar a Mariana!

Querida Hermana:

Soy Laura, hija de Nora Susana La Spina y Jorge Nestor Cena. Nuestros padres fueron secuestrados por la dictadura militar entre el 15 y 20 de Noviembre de 1976 en La Plata, en calle 34 entre 13 y 14. Mamá estaba embarazada de vos y esa misma noche naciste en una comisaría. Tres días pasaste con ella, mamá te puso el nombre de Mariana, que es tu verdadero nombre. Luego te llevaron y nunca más supimos nada de tu paradero. Nuestros padres están desaparecidos. Yo te busco desde hace años, sos mi única hermana y mi deseo es que estemos juntas. Quiero que sepas que tenés una familia que te espera y te ama, y a pesar de que nunca te vimos sabemos que estás viva. Ojalá que si alguien sabe algo de vos nos ayude a encontrarte.

 

 

 

 Laura Busca a Mariana

Si hay algún dato, por mínimo que sea, por favor escribir a

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Muchas gracias.

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